Direito

 A autorização para a prática de atos (DL 272/2001, de 13 de outubro).

A autorização para a prática de atos (DL 272/2001, de 13 de outubro).

Moderação: Ricardo Matos, ProcuradordaRepública e docente do CEJ

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 A autorização para a prática de atos (DL 272/2001, de 13 de outubro)

A autorização para a prática de atos (DL 272/2001, de 13 de outubro)

Ana Massena,Procuradora-Geral-Adjunta e Inspetorado MinistérioPúblico

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 A autorização para a prática de atos (DL 272/2001, de 13 de outubro)

A autorização para a prática de atos (DL 272/2001, de 13 de outubro)

Ricardo Matos : Procurador da República e docente do CEJ

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Jornadas de Direito Penal e Processual Penal Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Moderação: Antero Taveira, Procurador da República e Docente do Centro de Estudos Judiciários.

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Jornadas de Direito Penal e Processual Penal Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Rui Osório, Inspetor Coordenador de Investigação Criminal da UNCT da Polícia Judiciária

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

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Sandra Marques, Procuradora da República junto do DCIAP

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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Ana Paula Conceição, Juíza Desembargadora, docente do CEJ

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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José Joaquim Martins, Juiz de Direito, Assessor no Tribunal Constitucional.

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

João Ferreira, Juiz Desembargador e membro do GATEP (Grupo de Apoio à Tramitação Eletrónica de Proce

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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Ana Paula Conceição, Juíza Desembargadora, docente do CEJ

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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Miguel Rodrigues, Procurador da República, docente do CEJ

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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Susana Aires de Sousa, Professora Universitária

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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Carlos Pinho, Procurador da República e Assessor na PGR

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 A utilização de ferramentas digitais ou de inteligência artificial no processo-crime: regulamentação, vantagens e riscos

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Miguel Rodrigues, Procurador da República, docente do CEJ

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Moderação: Ana Paula Conceição, Juíza Desembargadora e Docente do Centro de Estudos Judiciários

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Ana Raquel Conceição, Professora Auxiliar da Escola de Direito da Universidade do Minho

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

Mário Pedro Meireles, Juiz Desembargador no Tribunal da Relação de Lisboa

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 Jornadas de Direito Penal e Processual Penal - Associações criminosas, criminalidade organizada e crimes associados – obtenção e valoração da prova

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Margarida Paz - Procuradora da República / Diretora adjunta CEJ

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 O Direito ao Convívio Paterno-filial

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Carla Ramos Monge, Juíza Desembargadora, Docente do Centro de Estudos Judiciários (CEJ)

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 O Direito ao Convívio Paterno-filial.

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Ricardo Matos: Procurador da República, Docente do Centro de Estudos Judiciários (CEJ)

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 O Direito ao Convívio Paterno-filial

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Rute Agulhas, Psicóloga, Docente no ISCTE

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 O Direito ao Convívio Paterno-filial

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Ana Marinho de Castro, Procuradora da República no Juízo de Família e Menores da Amadora

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 O Direito ao Convívio Paterno-filial.

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Mário Cordeiro, Pediatra, Prof. aposentado de Pediatria e de Saúde Pública FCML

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 O Direito ao Convívio Paterno-filial

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Ricardo Matos: Procurador da República, Docente do Centro de Estudos Judiciários (CEJ)

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